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Setor de rastreamento: conheça os impactos da transição para as redes 4G e 5G no Brasil

  • 20 de fev. de 2025
  • 1 min de leitura

A Technorastro já adota tecnologia 4G e não sofrerá impactos nesta transição.
A Technorastro já adota tecnologia 4G e não sofrerá impactos nesta transição.

A Associação Brasileira das Empresas de Gerenciamento de Riscos e Tecnologias de Rastreamento e Monitoramento (GRISTEC) considera que o avanço das telecomunicações no Brasil tem colocado o setor de rastreamento e gerenciamento de riscos em um momento crucial.


Isso por conta de mudanças normativas importantes, com destaque para a extinção da rede GPRS (2G) e a consequente transição para redes mais modernas, como o 4G e 5G. Para a Associação, é essencial que as empresas compreendam os impactos e se preparem para esse novo cenário.


A Technorastro já está à frente deste cenário pois possui tecnologia 4G e, assim, não sofrerá impactos nesta transição. De toda forma, vale lembrar que o setor enfrentará desafios nos seguintes quesitos:

 

  • Financeiros, com altos custos de substituição de equipamentos e necessidade de pausas operacionais para instalação de novas tecnologias;


  • Operacionais, pois a escassez global de semicondutores pode dificultar a aquisição de dispositivos modernos e quanto aos

 

  • Prazos, já que estudos indicam que uma transição completa no Brasil pode levar de 5 a 7 anos.


Além disso, a Associação ainda lembra que o roubo de cargas no Brasil continua sendo uma preocupação central. Em 2023, os prejuízos somaram R$ 1,2 bilhão, segundo a NTC&Logística. Por isso, garantir a continuidade das redes 2G e 3G durante a transição é essencial para mitigar riscos e manter dispositivos de rastreamento operacionais.


Technorastro Gestão e segurança do bem monitorado.

 
 
 

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